Questionado sobre uma carta enviada pelo ex-ministro da Defesa Raul Jungmann ao Supremo Tribunal Federal, na qual Jungmann alerta para os riscos da ampla facilitação na compra de armas e diz que há riscos de uma guerra civil no Brasil, FBC minimizou a fala do colega pernambucano. “É um exagero do ministro Raul Jungmann dizer que está estimulando guerra civil com a ampliação da aquisição do número de armas por cada cidadão brasileiro. Acho que o ministro Jungmann se lembra bem que quando essa matéria foi levada a plebiscito, o povo brasileiro foi a favor do armamento. O presidente Bolsonaro foi eleito com essa bandeira. Agora, o fato de poder ter uma arma, isso não quer dizer que vai ter guerra civil”, disse o parlamentar.
Petrobras
FBC também falou sobre a mudança na presidência da Petrobrás, criticada por vários economistas por representar uma interferência política na estatal. “Estão achando que o governo está indo para um caminho inconsequente para a responsabilidade fiscal. Nem os números da economia apontam para isso. Agora, por outro lado, pergunta se alguém está feliz com o aumento de 30% do valor da gasolina em dois meses. Claro que não. Então, o que está de errado é a política de preços da Petrobrás. Esse problema você não tem só com o Bolsonaro, mas com outros ex-presidentes. Essa discussão de qual é a melhor política de preços se verifica em vários países do mundo. O presidente está mostrando preocupação com uma política de preços que não está se mostrando a melhor”, afirmou.