Oito das famílias vítimas da tragédia no Flamengo estiveram reunidas nesta quarta-feira com a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. O motivo do encontro foi explicar como foi a negociação dos órgãos públicos com o clube, que não terminou em acordo, e dar orientações agora para caminhos jurídicos caso elas queiram recorrer individualmente ou em grupos. Após a reunião, Danielle Cramer, procuradora do Ministério Público do Trabalho e integrante da Câmara de Conciliação, detalhou a proposta e a contra-proposta em entrevista:
- Fizemos reunião com as famílias em que prestamos esclarecimentos dos trâmites e o resultado do insucesso das negociações. Nós tratamos de diversas questões. A quem faleceu, buscamos danos morais e também pensão mensal até 45 anos. A intenção do clube era de no máximo 10 anos um salário mínimo (atualmente de R$ 998,00) por mês. Clube concordou com obrigações, mas não chegamos a valores por nenhum acordo - afirmou, revelando as cifras de indenização: