Edilson continua preso na Polinter, em Salvador e aguarda uma vaga no Complexo Prisional da Mata Escura. O jogador pode ser solto, em até três dias, se pagar a dívida da pensão alimentícia ou se justificar o não pagamento da dívida.
Com relação à ação trabalhista, o TRT quer que Edilson entre em acordo e pague ex-funcionários do grupo ED10, formado por várias empresas dele. Conforme o órgão, o ex-jogador responde de 20 a 30 processos. O tribunal não detalhou quais os bens de Edilson que foram bloqueados, nem quantos eles valem, mas disse que o bloqueio vem sendo realizado gradativamente, desde o ano passado. A ação é referente a uma penhora unificada, ou seja, uma junção de todos os processos que tramitam contra ele.