Davina é acusada de se passar por uma advogada e foi detida ao assinar livro de presença da OAB, na Justiça do Trabalho daquele município. Ela usava o número da OAB de uma advogada que fez a denúncia na CEI, provocando assim a investigação que culminou na prisão em flagrante. Davina também é acusada de participar de audiências na Justiça do Trabalho, no Cabo de Santo Agostinho, usando o número da OAB de uma outra advogada. Depois de prestar depoimento na Delegacia, ela foi liberada sob fiança, mas deve responder na justiça por falsa identidade e crime contra a fé pública.
Além de rechaçar publicamente a atitude de Davina Maria de Albuquerque, que se fez passar por advogada, o presidente da OAB-PE, Pedro Henrique Reynaldo Alves, alerta que casos como estes devem ser denunciados diretamente à Ordem. “Temos o compromisso de combater esta prática criminosa que afeta nossa profissão e a nossa instituição e se reflete diretamente na sociedade”, destacou Pedro Henrique.
Estelionato